Introdução

Você já ouviu falar dos ODS na escola? Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) são uma agenda global da ONU que reúne 17 metas para transformar o mundo até 2030. Eles abordam temas essenciais como erradicação da pobreza, educação de qualidade, igualdade de gênero, consumo responsável e ação climática. Mas, afinal, qual o papel da escola nesse movimento?

A Educação para a Sustentabilidade tem ganhado cada vez mais espaço nas políticas públicas e nos currículos escolares. Afinal, formar cidadãos conscientes, críticos e preparados para os desafios socioambientais do século XXI é uma urgência. Nesse contexto, os ODS oferecem um caminho concreto e inspirador para conectar os conteúdos escolares com questões reais do cotidiano dos estudantes.

No entanto, transformar esses grandes temas globais em experiências de aprendizagem significativas exige criatividade, sensibilidade pedagógica e o uso de metodologias ativas. É justamente sobre isso que vamos falar neste artigo! Aqui você vai encontrar estratégias práticas, inovadoras e acessíveis para trabalhar os ODS com crianças e jovens, usando abordagens que despertam o interesse, a participação e o protagonismo dos alunos.

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Por que trabalhar os ODS na escola?

Conexão com a BNCC e com os princípios da Educação para a Sustentabilidade

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reforça a importância de uma educação sustentável, que vá além do conteúdo tradicional e promova a formação integral dos estudantes. Entre as dez competências gerais da BNCC, destacam-se temas como a responsabilidade socioambiental, o pensamento científico, crítico e criativo, e a valorização da diversidade cultural e ambiental.

Ao trabalhar os ODS na educação básica, os professores têm uma excelente oportunidade de alinhar suas práticas pedagógicas com os princípios da Educação para a Sustentabilidade. Isso significa transformar a sala de aula em um espaço de reflexão sobre os desafios globais e locais, incentivando os alunos a pensarem em soluções para os problemas que afetam suas comunidades e o planeta.

Além disso, os ODS favorecem o desenvolvimento de projetos interdisciplinares, proporcionando conexões reais entre diferentes áreas do conhecimento, como Ciências, Geografia, História e Língua Portuguesa.

Desenvolvimento de competências socioemocionais, pensamento crítico e cidadania global

Trabalhar os ODS na escola não é apenas uma questão de transmitir conteúdos: é sobre formar cidadãos mais conscientes, empáticos e preparados para o mundo. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável envolvem temas que despertam o senso de responsabilidade coletiva, a capacidade de diálogo e a empatia com diferentes realidades.

Ao abordar desafios como desigualdade social (ODS 10), igualdade de gênero (ODS 5) ou mudanças climáticas (ODS 13), os alunos são incentivados a desenvolverem habilidades essenciais para o século XXI, como a escuta ativa, a tomada de decisão responsável e o pensamento crítico.

Essa abordagem também fortalece a noção de cidadania global, estimulando os estudantes a compreenderem que suas ações locais têm impactos em escala mundial. Isso gera um engajamento genuíno, que ultrapassa os limites da escola e chega à comunidade.

Alinhamento com projetos interdisciplinares e cultura escolar

Os ODS são um convite aberto para a construção de projetos interdisciplinares. Eles permitem que temas como saúde, educação, meio ambiente, justiça e economia sejam trabalhados de forma integrada, rompendo as barreiras entre disciplinas e aproximando o conhecimento da vida real.

Por exemplo: um projeto sobre alimentação saudável (ODS 2 – Fome Zero e Agricultura Sustentável) pode envolver aulas de Ciências (nutrição), Geografia (produção de alimentos), Matemática (estatísticas de desperdício) e até Artes (campanhas de conscientização).

Além disso, o trabalho com os ODS ajuda a fortalecer a cultura escolar voltada para a sustentabilidade, criando um ambiente onde os valores de colaboração, respeito à diversidade e cuidado com o meio ambiente fazem parte da rotina.

Ao incorporar os ODS na prática pedagógica, a escola dá um passo importante rumo a uma educação mais conectada com os desafios do nosso tempo e mais alinhada com os sonhos de um futuro melhor.

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Como tornar os ODS acessíveis para crianças e jovens?

Uso de linguagem adequada às faixas etárias

Um dos primeiros desafios ao trabalhar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na escola é adaptar a linguagem para diferentes faixas etárias. Afinal, conceitos como “consumo responsável” ou “justiça social” podem parecer distantes da realidade de crianças e adolescentes.

Para os estudantes mais jovens, a dica é transformar os ODS em histórias, personagens e situações concretas. Por exemplo, ao falar sobre o ODS 6 (Água potável e saneamento), é possível criar uma narrativa sobre um personagem que precisa economizar água em casa.

Já com os adolescentes, o ideal é provocar a reflexão através de dados, debates e desafios reais. Conectar os ODS com o cotidiano, usando exemplos próximos, facilita a compreensão e torna o conteúdo mais significativo.

A escolha de uma linguagem acessível, simples e inspiradora é fundamental para garantir o engajamento de todos os alunos, respeitando suas etapas de desenvolvimento cognitivo e emocional.

Transformação dos ODS em desafios locais e cotidianos

Uma das estratégias pedagógicas mais eficazes para os ODS é contextualizar as metas globais em situações locais. Isso ajuda os alunos a perceberem que os grandes problemas do mundo também estão presentes ao seu redor e que eles podem fazer parte da solução.

Por exemplo:

  • ODS 12 (Consumo e produção responsáveis): mapear os tipos de lixo produzidos na escola e propor soluções de redução e reciclagem.
  • ODS 3 (Saúde e bem-estar): criar campanhas internas sobre hábitos saudáveis.
  • ODS 11 (Cidades e comunidades sustentáveis): analisar a mobilidade urbana no entorno da escola e sugerir melhorias.

Ao transformar os ODS em desafios do dia a dia, os professores estimulam o protagonismo dos estudantes que passam a enxergar a sustentabilidade como uma prática possível e urgente.

Criação de um ambiente de aprendizagem investigativo e participativo

A Educação para a Sustentabilidade na escola ganha força quando o processo de aprendizagem é investigativo, participativo e centrado no aluno. Em vez de apenas apresentar informações prontas, os professores podem provocar perguntas como:

  • De onde vem a água que usamos?
  • Para onde vai o lixo que produzimos?
  • Como podemos contribuir para reduzir as desigualdades?

Investigar, pesquisar, experimentar e criar soluções são etapas fundamentais para que os alunos desenvolvam autonomia e senso crítico.

Atividades como pesquisas de campo, entrevistas com a comunidade, visitas técnicas e dinâmicas em grupo são recursos poderosos para promover o engajamento. Além disso, o uso de tecnologias digitais, como vídeos, podcasts e jogos interativos, pode tornar o aprendizado ainda mais atraente.

Criar um ambiente onde a curiosidade e a participação sejam valorizadas é um passo essencial para o sucesso de qualquer iniciativa baseada nos ODS.

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Metodologias ativas para trabalhar os ODS

Para que os ODS na escola não fiquem restritos a aulas expositivas ou materiais teóricos é fundamental apostar em metodologias ativas. Essas abordagens colocam o estudante no centro do processo de aprendizagem, estimulando o protagonismo, a colaboração e a resolução de problemas reais. A seguir, apresentamos algumas das estratégias mais eficazes para integrar os projetos ODS na escola.

Aprendizagem Baseada em Projetos

A Aprendizagem Baseada em Projetos é uma das metodologias mais potentes para trabalhar os ODS. Ela convida os alunos a investigarem problemas reais, propor soluções e colocar ações em prática.

Um exemplo prático é um projeto de redução de desperdício de alimentos no refeitório escolar (ODS 2 e 12). Os alunos podem mapear a quantidade de comida que sobra diariamente, entrevistar funcionários da cozinha, criar campanhas de conscientização e até sugerir cardápios mais sustentáveis. Além de promover o consumo responsável, essa ação desenvolve habilidades como pesquisa, trabalho em equipe e comunicação.

Gamificação

A gamificação é uma forma divertida e envolvente de explorar os ODS. Por meio de jogos, desafios e dinâmicas, os estudantes aprendem de maneira lúdica e interativa.

A criação de um jogo de tabuleiro sobre consumo consciente (ODS 12) é um exemplo prático. Os alunos podem criar regras, cartas de ação e cenários que desafiem os jogadores a tomar decisões sustentáveis. Além de estimular a criatividade, o jogo pode ser usado em outras turmas, ampliando o impacto da atividade.

Sala de aula invertida

Na sala de aula invertida, os alunos têm contato prévio com o conteúdo em casa por meio de vídeos, textos ou podcasts, e usam o tempo em sala para aprofundar o tema com atividades práticas e colaborativas.

Exemplo prático: pesquisas prévias sobre as metas dos ODS com apresentações criativas. Cada grupo de alunos pode estudar um ou mais ODS e depois apresentar o resultado de forma criativa: com vídeos, podcasts, cartazes interativos ou até pequenas peças teatrais. Essa abordagem favorece a autonomia, o pensamento crítico e o trabalho em equipe.

Rodas de conversa e debates

As rodas de conversa e os debates estruturados são excelentes para promover o diálogo, a escuta ativa e a construção coletiva de ideias. Essa metodologia é especialmente eficaz para temas que envolvem diversidade de opiniões e múltiplas perspectivas.

Um exemplo é a condução de discussões sobre igualdade de gênero (ODS 5) ou mudanças climáticas (ODS 13) nas quais os alunos podem ser provocados com perguntas norteadoras como:

  • “Por que ainda existem tantas desigualdades entre meninas e meninos?”
  • “Que ações individuais podemos tomar para reduzir os impactos das mudanças climáticas?”

Esse tipo de atividade amplia a consciência crítica e ajuda os estudantes a se posicionarem de forma argumentativa e respeitosa.

Ao adotar essas metodologias, a escola transforma o trabalho com os ODS em experiências vivas, significativas e alinhadas com as competências exigidas para o século XXI.

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Atividades lúdicas e criativas: o brincar como ferramenta de transformação

Quando falamos em trabalhar os ODS na escola, muitas vezes esquecemos do imenso potencial das atividades lúdicas e criativas como ferramentas de aprendizagem e transformação. Especialmente na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, o brincar é um poderoso aliado para desenvolver valores, estimular a empatia e promover o engajamento com causas sociais e ambientais.

Teatro, contação de histórias, arte e música

O universo das artes oferece caminhos incríveis para aproximar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da realidade dos estudantes. Por meio do teatro, da contação de histórias, da música e das expressões artísticas, os alunos conseguem se conectar emocionalmente com os temas, o que amplia o impacto da aprendizagem.

Exemplos de abordagens lúdicas:

  • Teatro: encenações sobre o impacto do desperdício de água (ODS 6) ou sobre a importância da reciclagem (ODS 12).
  • Contação de histórias: narrativas que abordem a vida de crianças em diferentes partes do mundo, promovendo empatia e reflexão sobre as desigualdades (ODS 1 e 10).
  • Música: criação de paródias ou canções autorais que tragam mensagens de cuidado com o planeta (ODS 13 e 15).
  • Arte: produção de murais, cartazes ou instalações artísticas a partir de materiais recicláveis.

Essas práticas tornam o processo de aprendizagem mais leve, divertido e, ao mesmo tempo, profundamente significativo.

Exemplo: Dramatização de um “Conselho da Terra”

Uma atividade que costuma gerar grande envolvimento é a dramatização de um “Conselho da Terra”, onde os alunos assumem o papel de diferentes seres vivos afetados pelas ações humanas.

Cada aluno representa um personagem: pode ser uma árvore da floresta, um peixe de rio poluído, um agricultor, um animal em extinção ou até uma criança que sofre com a falta de água potável.

Durante a encenação, cada personagem tem voz para expor suas preocupações e sugerir soluções. A atividade pode ser concluída com a elaboração de um plano coletivo de ação sustentável para a escola ou para a comunidade.

Dependendo dos personagens e temas escolhidos, a atividade pode abordar múltiplos objetivos: ODS 13 (Ação contra a mudança global do clima), ODS 15 (Vida terrestre), ODS 6 (Água potável e saneamento), entre outros.

Essa dinâmica não só reforça o conteúdo, mas também desenvolve habilidades socioemocionais como empatia, comunicação e trabalho em equipe.

Ao adotar essas atividades lúdicas ODS, a escola cria um ambiente de aprendizagem afetivo, criativo e transformador, onde o brincar se torna um ato educativo com impacto real na formação cidadã.

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Projetos de longo prazo: construindo uma cultura de sustentabilidade na escola

Para que o trabalho com os ODS na escola não se limite a atividades pontuais, é fundamental investir em projetos sustentáveis de longo prazo. Essas iniciativas ajudam a consolidar uma verdadeira cultura de sustentabilidade, integrando os princípios da Agenda 2030 ao dia a dia escolar e ao entorno da comunidade.

Horta escolar

Implantar uma horta escolar é uma forma prática e educativa de trabalhar diversos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável de forma integrada. Além de estimular a alimentação saudável (ODS 2 e ODS 3), a atividade contribui para o consumo consciente (ODS 12) e para a valorização da biodiversidade local (ODS 15).

Benefícios pedagógicos:

  • Promove o contato dos alunos com a natureza.
  • Estimula a responsabilidade coletiva no cuidado com a horta.
  • Oferece oportunidades para aulas práticas de Ciências, Matemática e Geografia.
  • Incentiva o debate sobre produção de alimentos, segurança alimentar e agroecologia.

As atividades desenvolvidas neste projeto são muito variadas: plantio de hortaliças, manutenção dos canteiros, uso de adubos orgânicos, colheita coletiva e até feirinhas internas com os produtos cultivados.

Programa de reciclagem e compostagem

Outra iniciativa de grande impacto é a criação de um programa de reciclagem e compostagem escolar, alinhado aos ODS 11 (Cidades e comunidades sustentáveis) e ODS 12 (Consumo e produção responsáveis).

Etapas possíveis:

  • Implantação de pontos de coleta seletiva dentro da escola.
  • Realização de campanhas educativas sobre redução, reutilização e reciclagem.
  • Montagem de uma composteira para transformar resíduos orgânicos do lanche escolar em adubo para a horta.

Benefícios educacionais:

  • Desenvolve o senso de responsabilidade ambiental.
  • Estimula o engajamento de alunos, professores e funcionários.
  • Integra diferentes disciplinas com foco na solução de problemas reais.

Parcerias com a comunidade local

A construção de uma cultura de sustentabilidade só é completa quando a escola amplia suas fronteiras e estabelece parcerias com a comunidade local. Trabalhar o ODS 17 (Parcerias e meios de implementação) significa fortalecer redes de colaboração em prol de objetivos comuns.

Exemplos de ações:

  • Convidar agricultores locais para dar oficinas sobre agricultura sustentável.
  • Promover mutirões de limpeza em espaços públicos próximos à escola.
  • Firmar parcerias com ONGs, universidades ou órgãos públicos para ampliar o alcance das ações.

Essa conexão com o território fortalece a escola como um agente de transformação social, além de aproximar os estudantes das realidades e soluções existentes ao seu redor.

Ao investir nesses projetos sustentáveis na escola, as instituições educacionais não apenas cumprem seu papel formativo, mas também contribuem ativamente para a construção de um futuro mais justo, solidário e ambientalmente responsável.

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Conclusão

Trabalhar os ODS na prática escolar vai muito além de realizar uma atividade isolada. Trata-se de um processo contínuo de transformação, que envolve mudança de mentalidade, revisão de práticas pedagógicas e engajamento de toda a comunidade educativa.

Cada pequena iniciativa, seja um debate em sala, a criação de uma horta ou um projeto de reciclagem, representa um passo importante na construção de uma educação transformadora, alinhada aos desafios e oportunidades do século XXI.

Se você é educador e está começando agora a explorar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável com seus alunos, a dica é: comece pequeno, mas comece! Escolha um tema próximo da realidade da sua escola, envolva os estudantes e vá ampliando as ações aos poucos. O importante é criar um ambiente de aprendizagem que valorize o protagonismo, a criatividade e o compromisso com um futuro mais sustentável.

E se você deseja se aprofundar ainda mais nesse tema, a Biome oferece uma série de materiais, formações e soluções educacionais para apoiar escolas e professores na implementação dos ODS de forma inovadora, acessível e inspiradora.

Quer apoio para levar os ODS de forma criativa para sua escola? Conheça as soluções educacionais da Biome!

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FAQs

1. Como começar a trabalhar os ODS na escola de forma simples?

O primeiro passo é escolher um ou dois Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que estejam mais próximos da realidade da sua escola e dos interesses dos alunos. Por exemplo, se a escola já tem um projeto de horta, é possível relacioná-lo ao ODS 2 (Fome Zero e Agricultura Sustentável) e ao ODS 12 (Consumo e produção responsáveis). O importante é começar com iniciativas pequenas, mas significativas, e ir ampliando aos poucos, sempre buscando o engajamento dos estudantes. Existem diversas estratégias pedagógicas ODS que podem ser aplicadas, como projetos interdisciplinares, rodas de conversa e atividades lúdicas.

2. Quais são os benefícios de trabalhar os ODS na educação básica?

Ao inserir os ODS na educação básica, a escola contribui para o desenvolvimento de uma série de competências essenciais para o século XXI, como pensamento crítico, empatia, responsabilidade socioambiental e cidadania global. Além disso, essa abordagem fortalece a interdisciplinaridade, incentiva o protagonismo dos alunos e conecta os conteúdos escolares a questões reais, tornando o aprendizado mais significativo e transformador.

3. Como adaptar os ODS para diferentes faixas etárias?

A adaptação dos ODS na prática escolar depende da faixa etária dos alunos. Para as crianças da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental, o ideal é utilizar linguagem simples, histórias, jogos e atividades lúdicas. Já com adolescentes, é possível aprofundar as discussões com dados, projetos de pesquisa, debates e uso de tecnologias digitais. O segredo é transformar os grandes desafios globais em situações próximas ao cotidiano dos alunos, respeitando seu nível de compreensão e interesse.

4. Quais metodologias ativas são mais indicadas para trabalhar os ODS?

Existem diversas metodologias ativas que podem ser usadas para trabalhar os ODS na escola. Algumas das mais indicadas são:

  • Aprendizagem Baseada em Projetos: ideal para desenvolver soluções para problemas reais da comunidade escolar.
  • Gamificação: estimula o engajamento por meio de jogos e desafios temáticos.
  • Sala de Aula Invertida: incentiva a autonomia e o protagonismo dos alunos.
  • Rodas de conversa e debates: promovem o diálogo e o pensamento crítico.

Essas metodologias tornam o ensino dos ODS mais dinâmico, participativo e conectado com a realidade dos estudantes.

5. Onde encontrar materiais de apoio para trabalhar os ODS na escola?

Hoje existem diversas fontes confiáveis para apoiar professores na implementação dos ODS em sala de aula. A própria ONU disponibiliza materiais gratuitos sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, e muitas organizações educacionais oferecem guias, planos de aula e cursos online. A Biome também desenvolve soluções educacionais personalizadas, com foco em educação transformadora e metodologias criativas para os ODS. Se você quer apoio especializado, vale a pena conhecer os recursos e formações disponíveis.

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