Introdução

Quando falamos em sustentabilidade nas empresas, é comum associarmos o tema a indicadores, certificações, metas ambientais ou relatórios ESG. Tudo isso é importante, sem dúvida. Mas há algo ainda mais fundamental e frequentemente negligenciado: as pessoas.

A verdade é que não existe sustentabilidade sem gente envolvida, consciente e engajada. As melhores estratégias ambientais ou sociais não se sustentam sozinhas se não estiverem enraizadas na cultura da empresa, traduzidas em comportamentos, decisões e atitudes do dia a dia. São as pessoas, em todos os níveis da organização, que colocam a sustentabilidade em movimento ou a mantêm estagnada no papel.

Nesse sentido, as pessoas não são apenas beneficiárias das ações ESG. Elas são, antes de tudo, catalisadoras da transformação. São os líderes que definem prioridades. São os times que operacionalizam soluções. São os colaboradores que detectam oportunidades e criam formas de fazer. É esse capital humano, quando bem-preparado, que faz da sustentabilidade algo vivo e eficaz.

Mas como ir além da boa intenção e formar multiplicadores reais dentro da sua empresa? Como despertar, formar e apoiar lideranças conscientes e agentes internos que puxem essa transformação de forma consistente e duradoura?

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Educação como alavanca de mudança

Se quisermos uma transformação real no jeito de fazer negócios, precisamos de algo mais profundo do que transmitir informações. Educar não é apenas informar. É formar consciência, provocar reflexão e inspirar prática. É abrir espaço para que cada pessoa compreenda seu papel dentro de um sistema maior e sinta-se parte ativa dele.

Nesse sentido, a educação em sustentabilidade vai muito além de treinamentos pontuais ou cartilhas com boas práticas. Ela exige um olhar sistêmico, contínuo e humanizado. Envolve criar experiências de aprendizagem que despertem pertencimento, senso de responsabilidade e iniciativa prática.

Muito além do compliance

Em muitas empresas, ações educativas ainda são tratadas como obrigação legal, apenas um item a ser ticado para cumprir normas ou políticas internas. Esse modelo, focado apenas em compliance, gera conteúdos burocráticos e engessados, que pouco dialogam com a realidade dos colaboradores.

Mas o desafio da sustentabilidade é cultural. E cultura não muda por imposição: muda por conexão e experiência vivida. É por isso que a educação corporativa precisa evoluir. Ela deve promover autonomia, pensamento crítico e alinhamento com o propósito coletivo. E isso vale para todos os níveis da organização, da alta liderança às equipes operacionais.

Transformação com método, não por acaso

Na Biome, acreditamos que a formação de multiplicadores de sustentabilidade precisa ser estratégica, contínua e enraizada na cultura da organização. É esse princípio que guia a mentoria ESG Trilha Biome, na qual um dos principais pontos trabalhados é o desenvolvimento de trilhas educativas personalizadas que combinam teoria e prática, escuta ativa e protagonismo.

Mais do que oferecer conteúdo, buscamos criar processos formativos que realmente transformem o olhar das pessoas, ajudando-as a enxergar oportunidades de impacto positivo no seu dia a dia profissional. Porque, no fim das contas, quem sustenta a sustentabilidade são as pessoas que a praticam.

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Quem são os multiplicadores de sustentabilidade?

Quando falamos em multiplicadores de sustentabilidade, não estamos nos referindo apenas a cargos ou funções. Estamos falando de pessoas que inspiram pela prática, que provocam reflexões, que mobilizam outros pelo exemplo. São aquelas que, com atitude e consistência, ajudam a disseminar uma cultura sustentável no cotidiano da empresa.

Esses multiplicadores podem assumir diferentes formas. Alguns ocupam posições formais de liderança. Outros atuam nos bastidores, mas exercem grande influência sobre seus colegas. Ser multiplicador não depende de crachá: depende de engajamento, consciência e ação.

Exemplos dentro da estrutura organizacional:

• Lideranças estratégicas (C-Level, gestores): são elementos-chave para dar o tom da mudança. Quando líderes de alto nível colocam a sustentabilidade como parte da estratégia do negócio e integram o tema às decisões, criam um ambiente de coerência e comprometimento. Mais do que apoiar, esses líderes precisam liderar pelo exemplo, inspirando confiança e mobilização.

• Coordenadores de área e profissionais de RH: esses profissionais são pontes entre a gestão e os times. O RH, em especial, tem papel central na formação, comunicação e reconhecimento dos comportamentos sustentáveis. Coordenadores e supervisores, por sua vez, são referência no dia a dia e têm o poder de traduzir a sustentabilidade em prática operacional.

• Operacionais e agentes da base: muitas vezes esquecidos nos programas tradicionais, os colaboradores da base são observadores atentos e propositivos, com grande potencial de inovação. Eles conhecem os processos como ninguém e podem ser fontes riquíssimas de soluções sustentáveis e melhorias contínuas. Valorizar e capacitar esses profissionais é fundamental para que a sustentabilidade realmente alcance todos os níveis da organização.

A força está na diversidade de perfis

Um dos maiores erros ao formar multiplicadores é limitar a atuação a “embaixadores oficiais” ou apenas ao alto escalão. A verdadeira potência da transformação está na diversidade de perfis e olhares. Cada setor, cada equipe e cada indivíduo carrega um tipo de conhecimento e vivência que pode enriquecer o processo.

Por isso, ao identificar e formar multiplicadores, é essencial abrir espaço para a pluralidade. Pessoas comunicativas, analíticas, sensíveis, práticas, todas têm algo a contribuir. E quanto mais diverso for esse grupo, mais resiliente e criativa será a jornada rumo à sustentabilidade.

Na mentoria ESG Trilha Biome, valorizamos exatamente essa abordagem: desenvolver lideranças em múltiplas camadas, com ações conectadas à realidade de cada perfil profissional.

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Etapas para formar multiplicadores ESG

Formar multiplicadores de sustentabilidade dentro da empresa não começa com um treinamento. Começa com escuta, sensibilidade e inteligência organizacional. Antes de qualquer ação educativa é essencial compreender quem são as pessoas que já exercem influência interna (formal ou informal) e quais valores movem a cultura da empresa.

Identificar potenciais lideranças e influenciadores internos

Todo ambiente de trabalho tem pessoas que, mesmo sem um cargo de gestão, são escutadas e respeitadas pelos colegas. São aquelas que trazem ideias, promovem colaboração e, muitas vezes, conduzem mudanças silenciosas, mas profundas. Essas são as lideranças informais e são tão importantes quanto os líderes formais no processo de multiplicação da cultura ESG.

Identificar esses influenciadores internos exige observação estratégica, escuta ativa e envolvimento das lideranças diretas. Perguntas como “quem as pessoas procuram quando têm dúvidas?”, “quem motiva a equipe em momentos de dificuldade?”, ou “quem costuma trazer soluções criativas para os problemas do dia a dia?” ajudam a reconhecer esses perfis.

Além disso, é importante mapear também as lideranças formais com potencial de atuação transformadora, aquelas que já demonstram abertura para temas como propósito, impacto social e inovação sustentável. Esses profissionais podem se tornar grandes aliados na propagação da cultura ESG.

Diagnóstico cultural e levantamento de valores

Paralelamente ao mapeamento de pessoas chave é essencial realizar um diagnóstico cultural que revele o que está vivo na organização: quais são os valores praticados (e não apenas declarados), quais crenças moldam o comportamento coletivo e quais barreiras culturais podem limitar a evolução sustentável.

Esse diagnóstico pode ser feito por meio de:

  • Rodas de conversa e entrevistas com equipes;
  • Enquetes e formulários internos;
  • Análise de comunicação institucional;
  • Observação direta de rituais, práticas e decisões do dia a dia.

O objetivo aqui é compreender o terreno antes de semear qualquer mudança. A educação será muito mais eficaz se estiver conectada com a realidade concreta da empresa: seus desafios, suas forças e suas aspirações.

Na Trilha Biome, essa escuta é parte essencial do processo. Só conseguimos formar multiplicadores verdadeiros quando entendemos quem são as pessoas e o que pulsa na cultura da organização.

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Formação intencional e contínua

Não basta identificar os multiplicadores. É preciso prepará-los para o papel que irão exercer com conteúdos relevantes, práticas significativas e um processo de formação que respeite suas trajetórias e fortaleça suas potências.

Essa formação deve ser intencional, ou seja, pensada com clareza de propósito, e contínua, porque transformação cultural não se faz em um único encontro. É uma jornada e cada etapa deve contribuir para consolidar atitudes, ampliar repertórios e incentivar a ação.

Trilhas educativas segmentadas por perfil

Cada colaborador tem um ponto de partida, uma função, uma linguagem. Por isso, não faz sentido aplicar a mesma formação para todos, esperando os mesmos resultados.

A chave está em desenvolver trilhas educativas segmentadas por perfil: lideranças estratégicas, gestores intermediários, RH, equipes operacionais, entre outros. Cada grupo precisa de conteúdos, abordagens e desafios adequados à sua realidade e ao seu nível de influência.

Na mentoria ESG Trilha Biome, por exemplo, essa segmentação é uma prática essencial. Adaptamos o conteúdo e a metodologia para garantir que todos compreendam o seu papel no processo e consigam atuar como agentes transformadores dentro da empresa.

Metodologias ativas, gamificação e aprendizagem experiencial

Sustentabilidade não se aprende apenas com slides ou apostilas. É preciso experimentar, refletir, dialogar, construir em grupo. É nesse espírito que as metodologias ativas ganham protagonismo: elas colocam o participante no centro do processo, estimulando o pensamento crítico, a resolução de problemas e o trabalho colaborativo.

Gamificação, simulações, desafios práticos, storytelling e dinâmicas reflexivas são exemplos de ferramentas que tornam o aprendizado significativo e engajador. A ideia é que o colaborador viva o conteúdo, sinta-se parte da transformação e leve esse movimento para suas ações cotidianas.

Temas estruturantes: ODS, ESG, cultura organizacional e economia regenerativa

A formação dos multiplicadores deve contemplar conteúdos que vão além do básico. É importante incluir temas estruturantes que conectem a sustentabilidade à estratégia do negócio e ao futuro da sociedade. Entre eles:

  • ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) como referência global para impacto positivo;
  • ESG (Ambiental, Social e Governança) como estrutura de valor e tomada de decisão;
  • Cultura organizacional para entender como os comportamentos coletivos moldam resultados;
  • Economia regenerativa, como visão de futuro baseada em cooperação, circularidade e cuidado com a vida.

Esses temas devem ser abordados de forma aplicada, com exemplos práticos e conexões com os desafios reais da empresa. Assim, os multiplicadores não apenas conhecem os conceitos, mas aprendem a colocá-los em prática.

Na mentoria ESG Trilha Biome, acreditamos que a educação é o ponto de partida da transformação. Mas não qualquer educação: aquela que desperta sentido, fortalece vínculos e gera ação real. Assim, oferecemos formações práticas e personalizadas para formar esses agentes internos de transformação.”

Práticas de multiplicação e engajamento

Uma vez que os multiplicadores estejam formados, o passo seguinte é criar as condições para que eles floresçam e multipliquem a cultura da sustentabilidade dentro da empresa. Isso exige estrutura, liberdade de ação, reconhecimento e espaços de escuta. É aí que a teoria se transforma em prática e a transformação cultural começa a ganhar corpo.

Multiplicadores precisam de ambientes de troca e articulação. Criar grupos internos de sustentabilidade, comitês ESG ou redes de embaixadores é uma forma poderosa de dar voz, visibilidade e legitimidade a esses agentes de transformação.

Esses espaços funcionam como polos de inovação e aprendizado contínuo, onde diferentes áreas se conectam, compartilham boas práticas, discutem desafios e propõem soluções conjuntas. O ideal é que tenham autonomia, apoio institucional e contato direto com a liderança, de forma que suas ideias possam realmente influenciar a tomada de decisão.

Na mentoria ESG Trilha Biome, incentivamos e acompanhamos a criação desses núcleos internos como forma de dar continuidade ao processo de formação e manter o engajamento vivo ao longo do tempo.

Projetos-piloto liderados por colaboradores

Outra estratégia valiosa é estimular que os próprios colaboradores proponham e liderem projetos-piloto sustentáveis, conectados com suas áreas de atuação. Pode ser uma nova abordagem para descarte de resíduos, uma ação de voluntariado, uma melhoria no processo de compras ou qualquer outra iniciativa com impacto ESG.

Esses projetos funcionam como laboratórios práticos, nos quais os multiplicadores colocam seus aprendizados em ação, testam ideias e envolvem outras pessoas no processo. Quando bem-sucedidos, podem ser escalados e servir de inspiração para outras áreas.

Além de gerar resultados concretos, esses pilotos reforçam o senso de autonomia e pertencimento dos colaboradores em relação à agenda sustentável da empresa.

Espaços de escuta, cocriação e celebração de conquistas

A cultura de engajamento se fortalece quando há abertura para ouvir e construir juntos. Por isso, é fundamental manter espaços de escuta ativa e cocriação, onde os multiplicadores e demais colaboradores possam sugerir ideias, expressar desafios e construir soluções com as lideranças.

Mais do que isso: é essencial celebrar cada avanço, por menor que pareça. Reconhecer publicamente os esforços dos multiplicadores, compartilhar conquistas, contar histórias inspiradoras e valorizar o protagonismo individual e coletivo são práticas que alimentam o entusiasmo e reforçam o comprometimento.

Na mentoria ESG Trilha Biome, valorizamos esse ciclo completo: formar, apoiar, escutar, cocriar e celebrar. É assim que a sustentabilidade deixa de ser um projeto isolado e passa a ser um movimento vivo dentro das empresas.

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O papel da liderança nesse processo

Nenhuma transformação organizacional se sustenta sem o envolvimento da liderança. Quando falamos em sustentabilidade, isso se torna ainda mais evidente. A cultura de uma empresa é profundamente influenciada pelo comportamento da alta gestão e os colaboradores tendem a seguir aquilo que percebem como prioritário no discurso e, principalmente, na prática.

Se a liderança não demonstra envolvimento real com a pauta ESG, dificilmente a sustentabilidade será levada a sério dentro da organização. Por outro lado, quando executivos, diretores e gestores assumem um papel ativo e coerente, eles criam as condições para que uma cultura sustentável floresça.

Liderar pelo exemplo significa:

  • Incluir sustentabilidade na tomada de decisão estratégica;
  • Comunicar de forma transparente e inspiradora;
  • Reconhecer e apoiar iniciativas sustentáveis vindas da equipe;
  • Estar disposto a aprender e mudar junto com a organização.

Não existe cultura ESG forte sem liderança ESG presente. O exemplo dos líderes é o primeiro passo para a transformação acontecer.

Sensibilização e capacitação dos tomadores de decisão

Embora muitas lideranças reconheçam a importância do tema, nem sempre se sentem preparadas para atuar com propriedade sobre sustentabilidade e ESG. Por isso, é essencial investir em processos de sensibilização e capacitação específicos para os tomadores de decisão.

Essas formações devem ir além dos conceitos e métricas tradicionais. Devem abordar:

  • Os riscos e oportunidades da agenda ESG para o negócio;
  • Os impactos reputacionais, financeiros e socioambientais;
  • A conexão entre propósito, inovação e geração de valor no longo prazo;
  • Estratégias para integrar sustentabilidade à visão e aos processos da empresa.

Quanto mais conscientes e preparados estiverem os líderes, terão mais capacidade de alavancar e sustentar uma cultura ESG de forma legítima e estratégica.

Lideranças que se tornaram protagonistas ESG

Diversas empresas que hoje são referência em sustentabilidade começaram suas jornadas com uma decisão-chave: envolver e empoderar suas lideranças como protagonistas da transformação.

Um exemplo inspirador é o de empresas que criaram comitês executivos de sustentabilidade, formados por diretores de diferentes áreas que passam a pensar ESG de forma transversal, estratégica e integrada ao negócio.

Outras organizações optaram por incluir metas ESG no plano de carreira e na avaliação de desempenho de gestores, o que gera não só engajamento, mas responsabilidade compartilhada.

Há ainda os casos em que CEOs se tornam verdadeiros embaixadores da causa, participando de campanhas internas, assinando cartas de compromisso público, ouvindo os colaboradores em rodas de conversa e se colocando como aprendizes nesse caminho.

Todos esses exemplos reforçam uma verdade fundamental: quando a liderança se compromete de verdade com a sustentabilidade, ela se torna contagiante. E os multiplicadores que surgem a partir daí têm muito mais chances de prosperar e fazer a diferença.

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Cultura organizacional como ecossistema de aprendizagem

Para que a sustentabilidade não seja apenas um projeto passageiro, mas parte integrada da rotina e do DNA da empresa, é fundamental olhar para a cultura organizacional como um verdadeiro ecossistema de aprendizagem. Ou seja, um ambiente onde as pessoas aprendem continuamente, compartilham conhecimentos e são estimuladas a inovar e agir com propósito.

Como fortalecer o ambiente para que a sustentabilidade floresça

Criar esse ambiente exige uma combinação de fatores que vão além de políticas formais. É preciso construir um clima de confiança, abertura e colaboração, onde o erro é visto como oportunidade de aprendizado e onde o engajamento espontâneo é valorizado.

Entre as práticas mais eficazes estão:

  • Estimular a participação ativa dos colaboradores em decisões relacionadas à sustentabilidade;
  • Promover espaços seguros para diálogo e troca de experiências;
  • Reconhecer e apoiar iniciativas de todos os níveis hierárquicos.

Esse fortalecimento do ambiente cria um ciclo virtuoso, em que o aprendizado constante alimenta novas ideias, que por sua vez impulsionam a sustentabilidade como prática concreta.

Valores, comunicação interna e incentivo à autonomia

A cultura organizacional se manifesta nos valores compartilhados, mas também nas pequenas ações e na forma como a comunicação flui internamente.

Valores claros e vividos no dia a dia funcionam como bússolas para orientar decisões e comportamentos sustentáveis. Mas só eles não bastam: a comunicação interna precisa ser transparente, inspiradora e multidirecional, garantindo que as informações e os feedbacks circulem livremente.

Além disso, incentivar a autonomia dos colaboradores é fundamental. Pessoas que se sentem responsáveis e capacitadas para agir tendem a ser protagonistas da sustentabilidade, propondo soluções e engajando suas equipes.

Indicadores não apenas de desempenho, mas de propósito

Finalmente, a cultura sustentável deve ser acompanhada por indicadores que vão além dos números tradicionais de produtividade ou lucro. É necessário medir o impacto real da empresa na sociedade e no meio ambiente e, principalmente, o quanto ela está conseguindo engajar e inspirar seu capital humano.

Indicadores de propósito incluem:

  • Nível de engajamento dos colaboradores em ações ESG;
  • Frequência e qualidade das iniciativas internas de sustentabilidade;
  • Grau de alinhamento entre valores individuais e organizacionais;
  • Reconhecimento e valorização das contribuições dos multiplicadores.

Essa visão mais ampla de desempenho ajuda a empresa a manter o foco no que realmente importa para a construção de um futuro sustentável.

Na mentoria ESG Trilha Biome, apoiamos as empresas a construírem esse ecossistema de aprendizagem onde educação, cultura e propósito caminham juntos para fazer da sustentabilidade uma realidade vivida por todos, onde as ações ESG fazem parte da rotina e não apenas do discurso.

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Conclusão

Ao longo deste artigo, ficou claro que a sustentabilidade dentro das empresas não acontece por acaso. Ela depende do envolvimento ativo das pessoas. São os colaboradores, em todos os níveis, que fazem da agenda ESG algo concreto, capaz de transformar rotinas, processos e resultados.

Os multiplicadores de sustentabilidade são as verdadeiras sementes dessa mudança. Eles plantam, regam e cuidam da nova cultura organizacional que valoriza o meio ambiente, o social e a governança como parte essencial do negócio. Formá-los é investir no futuro da empresa e na construção de um legado responsável e inovador.

O convite que deixamos é simples, porém urgente: comece hoje a identificar, formar e apoiar esses agentes de mudança dentro da sua organização. Não espere que a transformação venha de fora, pois ela começa no protagonismo de cada pessoa, dentro da sua empresa.

Quer entender como desenvolver essa jornada de forma estratégica e acessível? Conheça a mentoria ESG Trilha Biome e comece hoje a formar os multiplicadores da sua empresa.

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FAQ

1. O que significa ser um multiplicador de sustentabilidade dentro da empresa?

Um multiplicador de sustentabilidade é alguém que, por meio da sua atuação cotidiana, inspira, mobiliza e influencia outras pessoas a adotarem práticas sustentáveis. Ele pode ocupar cargos de liderança ou não, mas exerce protagonismo ao disseminar os valores ESG, sugerir melhorias, implementar ações e manter vivo o compromisso com o desenvolvimento sustentável no ambiente de trabalho.

2. Todos os colaboradores podem se tornar multiplicadores?

Sim. A sustentabilidade é transversal e todos têm potencial para contribuir com soluções alinhadas aos pilares ESG. O importante é reconhecer os diferentes perfis e oferecer formações adequadas a cada realidade. Operacionais, RH, coordenadores e lideranças estratégicas podem (e devem) ser parte ativa do processo de transformação.

3. Qual é o papel da liderança na formação de multiplicadores ESG?

A liderança tem um papel central. Além de dar o exemplo, os líderes devem criar as condições para que os multiplicadores atuem com autonomia e apoio institucional. Isso inclui investir em formação, valorizar iniciativas, incluir ESG nas decisões e integrar sustentabilidade à cultura organizacional, para que ela não dependa apenas de ações pontuais.

4. Como garantir que a formação de multiplicadores seja efetiva e duradoura?

A chave está na formação intencional, contínua e conectada com a cultura da empresa. É necessário mapear influenciadores internos, adaptar os conteúdos aos diferentes perfis e utilizar metodologias que envolvam prática, reflexão e cocriação.

5. Por que investir na formação de multiplicadores é uma estratégia inteligente?

Porque eles funcionam como catalisadores da cultura ESG, ampliando o alcance das ações de sustentabilidade e promovendo mudanças reais no cotidiano da empresa. Ao formar multiplicadores, a empresa fortalece o engajamento interno, inova em soluções sustentáveis e constrói uma imagem coerente com seus valores, o que gera valor tanto para o negócio quanto para a sociedade.

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